O governador Mauro Mendes (DEM) revelou que aconselhou os secretários que pretende ser candidatos em 2022 a deixarem os cargos em dezembro deste ano. No entanto, ele esclareceu que não é uma exigência e que não demitir nenhum pelo motivo.
Segundo o governador, o conselho é para que os membros do primeiro escalão antecipem a saída para se dedicarem a pré-campanha. A legislação eleitoral permite que os secretários permanecem no cargo até o final do mês de março de 2022.
Deputados estaduais da base têm reclamado dos secretários com pretensões eleitorais. “Na verdade foi uma conversa e não foi nem um pedido. Eu disse que acharia natural até o dia 31 de dezembro, que aqueles que desejam a eleição encerrem o ano e fechem o calendário. Ai possam se dedicar a sua campanha eleitoral, que é um direito que todos têm. Mas, isso não foi um pedido e muito menos uma exigência”, disse o governador em entrevista ao Resumo do Dia (TV Brasil Oeste).
Ao menos seis secretários teriam sinalizado interesse em entrar na disputa, sendo eles os secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo (DEM); Cultura, Esportes e Lazer, Alberto Machado, o Beto dois a um (DEM); Agricultura Familiar, Silvano do Amaral (MDB); Educação, Allan Porto; e os presidente do MT PAR, Wener Santos (PP), e da Metamat, Juliano Jorge (DEM). Para a Câmara Federal, somente o diretor administrativo da MT Par, Wagner Ramos (DEM), indicou que será candidato.


