A Polícia Militar do Estado de Mato Grosso (PMMT), por meio do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA), divulgou o balanço da Operação Amazônia 2026, realizada entre os dias 1º e 12 de julho, na zona rural do município de Colniza, no noroeste do estado. Durante o período, as equipes atenderam 13 pontos de fiscalização, aplicaram R$ 866.363,00 em multas ambientais e determinaram o embargo de 118,8058 hectares de áreas por irregularidades identificadas durante as ações.
A operação teve como objetivo intensificar a fiscalização ambiental em áreas com alertas de possíveis infrações, além de atender demandas relacionadas à proteção dos recursos naturais e ao cumprimento da legislação ambiental vigente.
De acordo com o relatório divulgado pelo Comando de Policiamento Ambiental, foram atendidos 12 alertas ambientais, além de um ponto adicional de fiscalização, e cumprido um processo de requisição judicial durante a operação.
Apesar das autuações e dos embargos, não houve apreensão de materiais durante as ações desenvolvidas pelas equipes.
Como resultado da fiscalização, os policiais ambientais lavraram uma série de documentos administrativos e policiais para formalizar as irregularidades constatadas.
Ao todo, foram produzidos:
- 2 Autos de Inspeção;
- 6 Autos de Infração;
- 5 Termos de Embargo ou Interdição;
- 7 Boletins de Ocorrência;
- 10 Relatórios Técnicos.
Os procedimentos administrativos e técnicos servirão de base para o andamento dos processos ambientais e para eventuais medidas adotadas pelos órgãos competentes.
A Operação Amazônia 2026 contou com duas equipes operacionais do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental, denominadas Equipe Alfa e Equipe Bravo, compostas por quatro policiais militares cada, que atuaram simultaneamente na região.
Segundo a Polícia Militar Ambiental, operações dessa natureza buscam ampliar o monitoramento de áreas sob pressão ambiental, verificar denúncias e alertas, além de promover o cumprimento da legislação voltada à preservação dos recursos naturais.
