sexta-feira, 23 janeiro, 2026
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Paciente de Nova Brasilândia morre por intoxicação por metanol

O paciente Flávio Roberto da Mata Pereira, de 33 anos, morreu na noite de sexta-feira (6) em decorrência de uma intoxicação por metanol. Ele estava internado há cinco dias no Hospital São Benedito, em Cuiabá, e permanecia em coma induzido desde que chegou à unidade. A morte foi confirmada pela família e, posteriormente, pela Secretaria Estadual de Saúde (SES).

Em nota, os familiares agradeceram o apoio recebido e afirmaram que Flávio deixa “lembranças de carinho e ensinamentos”.

Morador de Nova Brasilândia, a 223 km da capital, Flávio começou a passar mal após beber uísque no dia 15 de novembro, em Planalto da Serra, conforme informou a família. Os primeiros sintomas surgiram logo depois, mas a unidade de saúde do município teria tratado o caso como simples ressaca.

Dois dias depois, com o agravamento do quadro, foi autorizada a transferência para um hospital em Campo Verde, onde ele chegou desacordado e precisou ser entubado. Diante da gravidade, uma equipe de UTI aérea o transportou para Cuiabá, mas o paciente não resistiu.

Nesta semana, a Politec havia confirmado intoxicação por metanol por meio de exame toxicológico.

Com a morte de Flávio, sobe para quatro o número de óbitos por intoxicação por metanol em Mato Grosso até este sábado (7). Até terça-feira (2), o painel da SES registrava três mortes.

Entre as vítimas está um jovem de 24 anos, morador de Querência, que recebeu atendimento em um hospital particular de Barra do Garças. O exame indicou intoxicação por metanol, mas ele não recebeu o antídoto e também não resistiu.

Ao todo, Mato Grosso contabiliza cinco casos confirmados de intoxicação por metanol:

  • Dois em Várzea Grande

  • Dois em Itanhangá

  • Um de Nova Brasilândia, o de Flávio, que evoluiu para óbito, mas ainda não consta no painel oficial da SES

A SES deve atualizar os dados nos próximos dias.

O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades de saúde, que investigam a origem das bebidas suspeitas e reforçam o alerta para o consumo de produtos de procedência duvidosa.

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