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TEAF expande o alcance da 9ª Edição do Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense

Entre os dias 05 e 15 de novembro de 2021, o Teatro Experimental de Alta Floresta – TEAF oportunizou o acesso à cultura e ao teatro a centenas de pessoas de Alta Floresta, Paranaíta e Carlinda.

Nas mais de 20 apresentações, o público pode acompanhar peças que atenderam tanto crianças e adolescentes quanto ao público adulto, apresentando distintas temáticas, com as mais variadas técnicas e abordagens, que garantiram para o público, uma diversidade de estímulos. Bonecos, fantoches, solos, uso tecnologias (lives, projeção de imagem), luzes, objetos, técnicas circenses e diversas outras formas estimularam as sensações e a percepção dos espectadores, que interagiram de maneira muito receptiva a grade de espetáculos dessa edição.

O Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense foi um dos primeiros Festivais do país a retomar as atividades com espetáculos presenciais, considerando período de pandemia, seguindo ainda as regras sanitárias estabelecidas no município.

Nesse sentido, Ronaldo Adriano, que coordenou esta edição do Festival, destacou, além da significativa participação do público, a relevância da realização do mesmo para os artistas que participaram, que “se sentiram revigorados no trabalho teatral, muitos deles e delas apresentando pela primeira vez com público desde o início da pandemia” – foi muito emocionante, concluiu ele.

O Grupo ainda destaca a importância da expansão do Festival para os municípios de Paranaíta e Carlinda, sendo a primeira edição que isso acontece. Trata-se da condição de oportunizar ao maior número de pessoas possível o acesso à cultura, que é um direito de todas/os, conforme esclarece Ronaldo.

O coordenador ainda declara que o grupo pretende ampliar ainda mais na 10ª Edição e reforça o agradecimento aos municípios quanto ao apoio e estrutura oferecidos para a realização dos espetáculos.

A Nona Edição do Festival condicionou também a ampliação da rede de trabalho do Grupo, de forma que, além de oportunizar ao grupo TEAF que fizesse os diálogos sobre sua prática através das tertúlias, garantiu que o público acessasse espetáculos nacionais e internacionais de forma totalmente gratuita.

O público pode acessar peças internacionais do Peru, Argentina e Portugal, na mostra virtual, bem como, na mostra presencial, teve contato com espetáculos de Cuiabá/MT, Porto Alegre/RS, Natal/RN, Brasília/DF, Belo Horizonte/MG e Francisco Morato/SP, com peças consagradas e estreias de espetáculos com público presencial (ou seja, montados já durante a pandemia, mas que haviam sido apresentados apenas no formato virtual).

Os artistas que estiveram presentes nesta edição se mostraram emocionados com o retorno das atividades. Um dos elementos destacados por todos foi a questão da recepção do público e dos membros do grupo TEAF.

A atriz Elisa Carneiro, do grupo Celeiro das Antas (Brasília/DF) descreve que a experiência do Festival foi emocionante e especial: “A recepção do público foi maravilhosa… deu para sentir o público presente”. José Regino, também do grupo, se mostrou extremamente satisfeito com o Festival e concluiu: “…ontem eu terminei o espetáculo me segurando, eu não olhei para a plateia no final, porque eu ia cair no choro… meu coração tremia!”, evidenciando a relevância e significância da necessidade da realização do Festival e da participação do Público.

Henrique Fontes, do Grupo Carmin (Natal/RN) avalia ainda que é “…fundamental para grupos de teatro, para artistas pesquisadores, esse momento de troca, para a gente poder entender que há eco entre as pesquisas, que existem muitos temas possíveis e formas infinitas pra gente continuar pesquisando”. Também, Tânia Farias, do grupo ‘Ói Nóis Aqui Traveiz’ (Porto Alegre/RS) aprofunda essa a avaliação falando também sobre a vivência no Festival e destaca: “O teatro como fenômeno acontece também durante a desmonstagem (citando a Desmontagem Evocando os mortos – apresentada por ela nesta edição). O teatro tem a capacidade de gerar uma comunidade efêmera. Ela pode se dissolver um segundo depois que o espetáculo acaba, mas a potência da comunidade permanece com quem a constituiu. Compartilhamento, troca, essa mirada de um ser humano vendo o outro, penso que tudo isso acontece ali”, conclui, valorizando o esforço do TEAF em realizar mais uma vez o Festival na cidade e oportunizar esse acesso à população dos municípios que receberam espetáculos.

A 9ª Edição do Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense foi uma ação realizada com recursos da Lei Aldir Blanc através do Edital nº 06/2020/SECEL/MT – Circuito de Mostras e Festivais de Cultura.

Fonte
Mequiel Zacarias Ferreira Assessoria/TEAF
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