sexta-feira, 23 outubro, 2026
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Mais de 20 celulares e 1 kg de drogas são encontrados em colchão destinado a detento em Alta Floresta

A Polícia Civil prendeu em flagrante um homem e apreendeu um adolescente na quinta-feira (22), em Alta Floresta, no norte de Mato Grosso, durante uma investigação iniciada após a descoberta de mais de 20 celulares e aproximadamente 1 quilo de drogas escondidos em um colchão enviado a um detento na unidade prisional de Alta Floresta.

A ação foi realizada pela Delegacia de Polícia de Alta Floresta, após policiais penais identificarem os materiais durante uma revista no colchão que seria entregue ao preso. O caso envolve suspeitas de tráfico de drogas, tentativa de ingresso de aparelhos de comunicação em estabelecimento prisional e corrupção de menores.

Segundo as informações divulgadas pela Polícia Civil, a ocorrência começou pela manhã, quando policiais penais inspecionaram o colchão encaminhado ao detento. Durante a revista, foram encontrados mais de 20 aparelhos celulares e cerca de 1 quilo de drogas escondidos no interior do objeto.

Foto: PJC

Diante da descoberta, os policiais penais acionaram a Polícia Civil e compartilharam informações levantadas durante os primeiros procedimentos, incluindo dados sobre a possível pessoa responsável pelo envio do material à unidade prisional.

Com base nas informações recebidas, os investigadores iniciaram as diligências para identificar os envolvidos no envio do colchão. A ação resultou na prisão em flagrante do homem apontado como responsável pelo encaminhamento do objeto com os aparelhos celulares e as drogas.

Durante as buscas na residência do suspeito, localizada no bairro Vila Nova, os policiais encontraram 24 papelotes de substância análoga à pasta base de cocaína, já embalados para a venda, conforme as informações da ocorrência.

A investigação teve início com a atuação dos policiais penais e prosseguiu com as diligências da Polícia Civil, que buscou identificar os responsáveis pelo envio dos materiais à unidade prisional.

Até o momento, as informações fornecidas não detalham a identidade dos envolvidos, a unidade prisional destinatária do colchão nem os procedimentos posteriores adotados em relação ao adolescente.

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