Com a chegada do novo Coronavírus e necessidade do isolamento social e cuidados com biossegurança, a ida ao restaurante, fazer compras de uma forma em geral foi substituída por delivery de comidas.
O serviço registrou um aumento significativo e passou a se tornar rotina na vida da população.
Em Alta Floresta, com o advento da pandemia o sistema via delivery aumentou muito. Algumas empresas e consumidores não sabiam deste meio de compra e venda.
Os moradores ainda não tinham estabilizado esta cultura de delivery, pois em grandes cidades isto é comum e praticado antes mesmo da pandemia.
Com o efeito da pandemia as pessoas passaram a aderir ao sistema de delivery, principalmente as empresas que não podiam abrir seus estabelecimentos devidos os decretos de Lockdown.
Quem não tinha aderido ao sistema de entrega teve que aderir e quem já estava continuou.
A partir desse aumento de consumo por delivery em Alta Floresta, começaram a agravar os problemas do sistema de logística. A maioria das empresas optaram pelo serviço de delivery via motoboy.
Pequenas e grandes empresas começaram a recrutar entregadores com experiência e até mesmo sem experiência, com carteiras de habilitação e sem habilitação.
O aumento trouxe problemas, o fluxo de entregadores continua aumentando mesmo após a flexibilização do distanciamento e Lockdown. Isso significa que a população em sua maioria acostumou e gostaram desta comodidade de pedir em casa ou no trabalho.
Porém, a classe dos entregadores de Alta Floresta sofre com alguns aspectos que dificultam o serviço, são ela por muitas vezes:
Ruas sem placas
Casa fora de sequência de numeração
Casas sem números
Bairros sem asfalto
Ruas alagadas, com difíceis acessos em dias de chuvas
Ruas da cidade com vários nomes.
Ruas sem iluminação
Vias sem sinalização
A categoria relata que esses são alguns dos problemas que lidam todos os dias. Um entregador sem muita experiência encontra dificuldades para encontrar um endereço.
A classe pede a colaboração da sociedade que atualizem seus endereços, também solicitam da diretoria de trânsito que sinalize as vias e que a secretaria de infraestrutura faça o escoamento das águas das vias corretamente.
Um dos pontos citados foi a perimetral Rogério Silva, trecho entre o Corpo de Bombeiros até a entrada do bairro Boa Nova 3, que em tempos de chuva, torna-se intransitável para motociclistas.
