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Profissionais da educação de Alta Floresta realizarão dia de paralisação em cobrança ao Piso Nacional

Sem ter proposta do Executivo Municipal com relação ao pagamento do Piso Nacional da Educação para o Ensino Médio, professores e demais profissionais de Educação de Alta Floresta afirmam que não irão abrir mão do benefício.

A categoria realizou uma Assembleia na quarta-feira, 4, na sede da entidade, e decidiu que irá paralisar as atividades por um dia na próxima terça-feira, 10. Os profissionais irão se reunir em frente a prefeitura para uma manifestação. Em seguida seguirão a pé até na Câmara Municipal, para cobrar apoio do Poder Legislativo.

Por enquanto, segundo a vereadora e presidente do Sintep em Alta Floresta, ilmarli Teixeira (PT), a paralisação será apenas por um dia, com o objetivo de se buscar o diálogo com o poder executivo e conclamar apoio de todos os profissionais, dos pais de alunos e da sociedade.

Segundo ela, a única proposta que os profissionais da educação receberam está condicionada a reestruturação do Plano de Cargo, Carreira e Salário da categoria- PCCS.

No entanto, o Plano só contempla os efetivos e, atualmente, na prefeitura de Alta Floresta, a maioria dos profissionais do setor é de interinos.

“Reestruturar o PCCS é um direito da gestão, mas não pode condicionar o piso profissional a uma reestruturação de carreira, porque não há amparo na legislação. O que recebemos até agora de reposição foi os 10% dos RGA- Reposição Geral Anual. E para chegar ao piso nacional faltam 23.24% que é o que temos por direito. E os trabalhadores não abrem mão deste percentual”, afirma Ilmarli.

Diante da posição irredutível da administração, a vereadora disse que a categoria irá continuar buscando mecanismo para a aplicação da lei com base no diálogo.

“Estamos buscando dentro de propostas e diálogo, mas se não tiver jeito será preciso movimentos mais radicais e a greve é um deles”, assevera.

Para ela, como não houve proposta e até agora reinou o silêncio por parte das autoridades municipais com relação as cobranças inerentes ao pagamento do Piso Nacional da Educação, o que se subentende-se é que a categoria está sendo ignorada.

“O silêncio pela não resposta, significa que a própria Secretaria Municipal de Educação, não está considerando e não tem interesse em construir elementos que, pelo menos dê condições para os trabalhadores discutir. Não deram a devida importância”, enfatiza.

Conforme ela, vale ressaltar que hoje na prefeitura de Alta Floresta, há cerca de 270 profissionais efetivos e os interinos são mais de cerca de 460.

Fonte
José Vieira - Jornal Mato Grosso do Norte
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