segunda-feira, 15 julho, 2024
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Projeto apoiado pelo REM MT restaura mais de 50 hectares de áreas degradadas e contribuí com a segurança hídrica de Alta Floresta

Um bom negócio para o produtor rural e para a cidade como um todo. Para quem não sabe, a prática da restauração de áreas degradadas não só promove ótimos resultados financeiros, como também melhora a qualidade hídrica dos municípios e colabora com a preservação do meio ambiente. Foi o que a consultoria Restauragro, apoiado pelo Programa REM MT, fez: mais de 50 hectares de áreas de preservação permanente degradadas em Alta Floresta estão em processo de restauração, incluindo também nascentes. 

A princípio, a previsão era restaurar 40 hectares de 6 propriedades, porém a iniciativa deu tão certo que a Restauragro entregou 10 hectares a mais. Ao todo, foram utilizadas 4 toneladas de sementes da Rede Sementes Portal Amazônia, somadas a mais uma tonelada da Rede Sementes do Xingu, para a restauração da vegetação ao entorno dos rios. Estas áreas estão inseridas em microbacias que contribuem indiretamente para o abastecimento do município, proporcionando mais segurança hídrica para a população de Alta Florestense.

A coordenadora do subprograma Produção, Inovação e Mercado Sustentáveis (PIMS) do Programa REM MT, Daniela Melo, ressalta que o programa possui um olhar especial para a construção de estratégias para a restauração. 

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“Dessa forma, pensando na cadeia da pecuária, o foco é fomentar a produção sustentável da carne, tendo em vista que a promoção do processo de restauração das APPs, estratégia trabalhada em parceria com a Restauragro, é intrínseca ao fortalecimento da pecuária, correlacionando aumento da produtividade com conservação da biodiversidade, manutenção dos cursos d’água, controle da erosão e assoreamento. Com ações como essa, o Programa REM MT, traça exemplos para os produtores locais e traz como legado o restabelecimento de um ecossistema degradado ao mais próximo da sua condição original”, pontua. 

Daniela ainda acrescenta: “queremos que mais produtores possam também plantar florestas e, por consequência, tenham melhor valor agregado aos seus produtos”.

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