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Pagamento por serviços ambientais para produtor que protege florestas é discutido na COP-26

Uma compensação financeira aos produtores que protegem matas e florestas protegidas em Mato Grosso foi discutida durante a Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (COP26), na Escócia. O pagamento dos serviços ambientais seria um estímulo necessário para a manutenção da preservação ambiental, o que auxiliaria o Brasil no compromisso firmado de redução das emissões do gás metano até 2030.

O assunto foi tratado pelo governador do Estado, Mauro Mendes, que articula com governos estrangeiros, empresas e organizações sem fins lucrativos a elaboração de um plano de pagamento compensatório, como fonte de renda alternativa aos produtores mato-grossenses.

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) já havia defendido publicamente a necessidade de implantação de políticas públicas para pagamento aos pecuaristas que já protegem suas terras, como reconhecimento a preservação já realizada. Hoje, o Estado possui 62% de seu território preservado, mesmo sendo o maior produtor de rebanho bovino do mundo.

“A Acrimat considera fundamental o pagamento por serviços ambientais (PSA) e seremos intransigentes na exigência dessa remuneração para continuarmos a apresentar resultados cada vez melhores. Não dá para colocar tudo na conta do produtor. Outra coisa é o chamado Custo Brasil, que deve ser gerenciado pelo governo federal como sua parte desse compromisso mundial, seja aperfeiçoando a legislação, seja cobrando verbas para executar esse projeto”, disse o presidente Oswaldo Pereira Ribeiro Júnior.

O diretor da Acrimat e pecuarista Invaldo Weis, que investe pesado na proteção ambiental de suas terras, reforçou a necessidade do pagamento da compensação em entrevista ao The Wall Street Journal, veículo de comunicação americano com reconhecimento internacional.

Em sua fazenda, ele zela pela proteção das florestas e já chegou a instalar câmeras que, uma vez acionadas, capturam animais selvagens, inclusive onças. Ele disse que gosta de ter uma propriedade diversificada, mas que os custos de conservação devem ser divididos.

“Eu pago impostos, manutenção”, disse ele. “Se eu fosse receber algo pelo benefício que estou prestando, acho que seria justo”, afirmou Weis ao jornal americano.

Fonte
Acrimat
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