segunda-feira, 28 setembro, 2026
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Tolerância zero com corrupção e fim da reeleição são prioridades para Nilson Leitão

Em participação no Agência VideoCast na cidade de Confresa, na região do Araguaia, no último sábado (26), Nilson Leitão, candidato a deputado federal pelo Progressistas em Mato Grosso, defendeu mudanças que considera urgentes para o país. A primeira é a tolerância zero com a corrupção. A segunda é o fim do financiamento público de campanha. A terceira é o fim da reeleição. Na avaliação dele, sem essas reformas, o sistema político brasileiro continuará refém de privilégios e de decisões tomadas de olho no voto.

Para Leitão, a corrupção não pode ser tratada com tolerância. Ele criticou o sistema partidário atual, que classifica como uma porta de entrada para a política cheia de lama e indecência, sem nenhum tipo de exigência. Na sua visão, o partido precisa ser responsável pelo mandato de quem elege e tomar a iniciativa da cassação para quem sair da linha.

“O que precisa ter é a tolerância zero com qualquer tipo de comportamento errado de um funcionário público”, afirmou.

Sobre o financiamento das campanhas, Nilson defende o fim do dinheiro público nas campanhas. Ele lembra que o Tesouro Nacional deposita bilhões na conta dos partidos e avalia que o modelo só piorou a política brasileira. Para o candidato, quem paga o tributo tem o direito de acompanhar como o dinheiro é usado, e a democracia deveria ser bancada pela iniciativa privada, com regras e penalidades claras.

“Com o financiamento público, o Tesouro Nacional deposita lá 1 bilhão na conta de um partido, 700 milhões na conta de outro, e só piorou o Brasil”, disse.

Já a reeleição, na avaliação de Nilson Leitão, trava as reformas que o país precisa. Segundo ele, um presidente preocupado com a reeleição evita medidas impopulares, como a redução da máquina pública, para não perder votos. Sem a reeleição, o governante poderia se dedicar ao país em vez de se preocupar com a próxima eleição.

“Acabou com a reeleição, acabou a preocupação com o voto e ele vai se preocupar com o país”, completou.

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