quarta-feira, 19 junho, 2024
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Nova Bandeirantes: homem falece após ser atingido por disparo na cabeça; caso é investigado

A PM de Nova Bandeirantes foi acionada por um investigador da Polícia Civil, informando que teria uma pessoa ferida por disparo de arma de fogo no posto de saúde do distrito de Japuranã e este estava sendo levado para o hospital de Nova Bandeirantes.

No hospital, a equipe presenciou a chegada da ambulância vinda do posto de Japuranã, trazendo a vítima, um homem identificado como Alexandro Claro da Silva, de 27 anos com uma perfuração de arma de fogo no lado direito da cabeça.

De acordo com o médico plantonista, a vítima já chegou em óbito sem sinais vitais. A equipe da PM se deslocou juntamente com a Polícia Civil para o local onde ocorreu o crime, um bar localizado na rua João Brás Alves.

Uma testemunha disse a PM que estava na varanda da sua residência que é vizinha do bar e, conversava com um amigo que o visitava e que o som do bar estava insuportável.

Em determinado momento viu sua vizinha correndo em sua direção apavorada, solicitando ajuda.

O vizinho então levou a vítima até o posto de saúde de Japuranã. A esposa da vítima foi encontrada na residência de uma amiga e disse a PM que convivia com a vítima cerca de 06 (seis) meses, que sempre tiveram pequenas discussões, sem nenhuma agressão física, que no sábado (18), seu companheiro agrediu fisicamente um cidadão por que segundo ela, o homem teria dias antes adentrado no bar pedindo para que fosse vendido a ele bebida alcóolica “fiado”, como recebeu a negativa, este veio a ameaça-la.

Ela disse que contou para seu convivente e que seu companheiro adquiriu uma arma de fogo para acertar as contas se acaso esse homem viesse cumprir a ameaça.

Ela disse que ontem, segunda-feira (20), estavam tomando umas cervejas e que houve uma discussão por motivos fúteis, que a vítima então pegou a arma de fogo que estava guardado dentro de sua casa e saiu por duas vezes atrás do homem que havia feito a ameaça e que não o encontrando voltou para o bar e foi atender os fregueses que jogavam sinuca.

Ela disse que tentou desarmar seu marido, porém, não conseguiu. Apenas tirou as munições que estava em seu bolso. Mas minutos após escutou um tiro, foi até o terreno ao lado de sua residência e percebeu que seu marido estava sangrando e agonizando, saiu correndo desesperada para chamar ajuda.

Os fregueses saíram do local sem ajudá-la. No local do óbito, ficou uma arma de fogo cabo de madeira calibre aparentando ser 22″ polegadas. O caso passa a ser investigado.

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