domingo, 3 maio, 2026
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Nova Monte Verde: juiz mantém preso bando suspeito de integrar suposta “milícia privada”

O juiz Dante Rodrigo Aranha da Silva, da Vara Única da Comarca de Nova Monte Verde, converteu em preventiva a prisão dos nove envolvidos em uma “milícia privada” para aterrorizar moradores rurais da cidade. Ao invadirem três terras disseram ser da Polícia Militar do Rio de Janeiro e que estavam na cidade para desocupar terras invadidas. O caso foi descoberto na semana passada pelas policias Civil e Militar.

De acordo com o termo de audiência de custódia, o Ministério Público Estadual (MPE) pediu conversão,  da prisão em flagrante, em prisão preventiva para garantia da ordem pública ante a “gravidade em concreto” e, ainda, “reiteração delitiva”, conforme gravação em anexo. Conforme testemunho de três familiares que foram retirados de suas terras.
“Os fatos, verifica-se que a liberdade dos autuados põe em risco a instrução criminal (a englobar o momento procedimental, investigativo), isto pelo risco à tranquilidade das vítimas, as quais são, neste momento, testemunhas que se mostram relevantes, considerando como se deu a prática criminosa. ”, diz.

Testemunhas acionaram a Polícia Militar que iniciou as buscas para encontrar os criminosos. Quando avistaram a viatura da PM, os suspeitos fugiram em duas camionetes, uma S-10 e outra Hilux. Um foi abordada em Nova Monte Verde e outra na rodovia MT-320, entre Colíder e Nova Santa Helena.

Com a quadrilha foi encontrada foram encontradas armas, pistolas e pelo menos 80 munições de calibre. 380 intactas. Além disso, foram localizados simulacro de fuzil, uma sirene, um distintivo de escolta armada, carregadores de pistola, roupas camufladas estilo militar, rádios comunicadores, entre outros.

Outro lado

O advogado Akio Maluf Sasaki, na qualidade da defesa do proprietário das terras e dos policiais envolvidos, garante que tudo não passou de uma conversa amigável com os posseiros e que a situação nunca foi de cárcere privado ou de extorsão.

Os envolvidos sequer foram presos dentro da propriedade e a situação toda não passa de um ato de maldade dos posseiros para com o proprietário das terras.

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