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MT é o estado que registrou o maior número de focos de incêndio em quase sete meses, diz Inpe

Mato Grosso é o estado com maior número de focos de queimadas detectados, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O levantamento analisou os focos de incêndios referentes ao período entre 1° de janeiro e 20 de julho.

De acordo com o Inpe, o monitoramento é feito através de uma plataforma que detecta os locais onde há focos de incêndio através de satélites. Ao todo, no período analisado, foram registrados 24.677 focos de queimadas no país.

Mato Grosso ficou na primeira posição com 7.859 focos, mais do que o dobro do segundo colocado, o estado do Tocantins, com 3.920.

Nos primeiros 20 dias de julho, Mato Grosso ficou em terceiro lugar com o maior número de focos. Foram registrados 1.019 focos, ficando atrás apenas do Maranhão e Tocantins.

Entre os 10 municípios do país que mais registraram focos de incêndio, seis são de Mato Grosso. Confira a lista dos municípios que mais tiveram queimadas:

Corumbá (MS) – 483;
Feliz Natal (MT) – 482;
Nova Ubiratã (MT) – 480;
Formoso do Araguaia (TO) – 414;
Lagoa da Confusão (TO) – 412;
União do Sul (MT) – 392;
Nova Maringá (MT) – 390;
Tangará da Serra (MT) – 364;
Fernando Falcão (MA) – 332;
Marcelândia (MT) – 319.

O período mais seco, contribuiu para o aumento dos focos de queimadas no Cerrado e na Amazônia, segundo o levantamento. Os focos detectados entre 1° e 20 de julho no Cerrado e na Amazônia já são maiores do que os no mesmo período do ano passado.

Conforme o Inpe, neste período, os altos números também preocupam nos estados que compõem a Amazônia Legal, como Mato Grosso, nos quais as ocorrências de queimadas estão frequentemente associadas à devastação das florestas e à posterior grilagem de terras, assim como ao avanço sobre áreas protegidas e terras públicas.

O aumento de doenças respiratórias está entre os inúmeros prejuízos causados pelos incêndios à população dessas regiões.

Outros problemas incluem a perda de patrimônio socioambiental e cultural, como as áreas de uso familiar ou coletivo atingidas pelo fogo criminoso, as faixas de florestas e cerrado que representam habitats para muitas espécies animais e vegetais e mesmo os sítios arqueológicos ainda desconhecidos por instituições de pesquisa e comunidades do entorno.

Fonte
g1MT
Prestiberiana Interno

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