domingo, 19 abril, 2026
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Jovem de 16 anos recebe alta após grave acidente na avenida do setor C em Alta Floresta

Um acidente de trânsito terminou em alívio e gratidão para uma família em Alta Floresta. O jovem José Henrique, de 16 anos, que sofreu ferimentos graves após uma colisão de moto no início do mês, já recebeu alta hospitalar e segue em recuperação em casa. Para a mãe, Joana Maia, o desfecho só pode ser explicado como “um verdadeiro milagre”.

O acidente aconteceu no dia 2 de abril, na Avenida Jayme Campos. Segundo relatos da família, o adolescente conduzia uma motocicleta modelo Pop quando colidiu violentamente na traseira de um veículo Gol, que havia parado para realizar uma conversão. O impacto foi considerado severo.

Conforme o repórter Arão Leite, do Jornal da Cidade, José Henrique sofreu fratura em um dos braços, perdeu quatro dentes, teve múltiplas lesões pelo corpo e ainda foi diagnosticado com traumatismo craniano — um dos quadros mais delicados em ocorrências desse tipo. Ele foi socorrido e encaminhado à Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde permaneceu sob cuidados médicos intensivos.

A recuperação, no entanto, surpreendeu até mesmo a equipe de saúde. “O médico que o atendeu foi vê-lo na saída e disse que ele é um milagre, que só Deus explica uma recuperação tão rápida”, contou a mãe, emocionada. Joana fez questão de agradecer não apenas à equipe médica, mas também ao Corpo de Bombeiros e a todas as pessoas que participaram de correntes de oração durante o período crítico.

A história ganhou ainda mais carga emocional pela distância enfrentada pela família. Joana estava na Guiana Inglesa quando soube do acidente e percorreu cerca de 4 mil quilômetros até chegar a Alta Floresta. “Me deram alguns minutos para vê-lo quando cheguei, mas pouco depois meu filho acordou. Foi um livramento”, relembra.

Morador de Alta Floresta, onde vive com o irmão mais velho e a cunhada, José Henrique agora se recupera em casa. Sobre o acidente, ele guarda poucas lembranças. “Só lembro que saí para buscar meu irmão. Depois acordei no hospital, não recordo de mais nada”, disse.

Barbeiro, o jovem já demonstra disposição para retomar a rotina. “Se Deus quiser, logo estou de volta ao trabalho”, afirmou.

O caso reforça os riscos no trânsito e, ao mesmo tempo, chama atenção para a força da recuperação e da mobilização em torno de uma vida. Para a família, o sentimento que fica é de gratidão — e a certeza de que houve, sim, um milagre.

* Com informações de Arão Leite – Jornal da Cidade

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