Uma obra iniciada no primeiro semestre de 2012 e ainda inacabada deverá ser finalmente concluída, mas não neste ano de 2020. No apagar das luzes da gestão Asiel Bezerra, que está a oito anos frente à prefeitura, foi finalmente publicado edital de licitação para a conclusão da unidade, ao custo de R$ 1.192.042,78.
A valor para concluir a obra é quase o que foi destinado para a sua construção, na época que foi iniciada a obra o investimento era de aproximadamente R$ 1,4 milhão.
A unidade, que já deveria estar em pleno funcionamento terá 1.100 metros quadrados. Quando concluída, a capacidade de atendimento abrangerá entre 50 a 150 pacientes por dia, segundo o projeto do Ministério da Saúde.
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Mas a licitação publicada no site de prefeitura e com data marcada para ocorrer no dia 23 de novembro de 2020, tem ligação com uma ação movida pelo Ministério Público Estadual.
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça Cível de Alta Floresta, ajuizou Ação Civil Pública (ACP) com pedido de liminar contra o Município, requerendo que ele seja compelido a “finalizar as obras e iniciar o funcionamento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA)” da cidade.
O promotor de Justiça Luciano Martins da Silva pediu na ação movida em maio deste ano, que a unidade seja provida de equipamentos e equipe médica mínima, capazes de atender à população com qualidade, e reivindica multa diária no valor de R$ 5 mil em caso de descumprimento da decisão, a ser arbitrada contra o gestor municipal.
Em 2019 a UPA de Alta Floresta já figurava na lista de ao menos 14 unidades que deveriam estar em pleno funcionamento no estado de Mato Grosso, porém, continuavam inacabadas.
