O Banco do Brasil e o Itaú endureceram as negociações, o que pode inviabilizar a iniciativa do Estado de assumir a concessão da BR-163, e iniciar de imediato as obras de duplicação da rodovia.
Os dois bancos, que são credores da Concessionária Rota do Oeste, não aceitaram a proposta do Governo de Mato Grosso para liquidar a dívida da empresa, que desistiu da concessão.
Conforme apurou a reportagem, se os dois bancos não retornarem à mesa de negociação, os mato-grossenses poderão assistir o início da duplicação apenas daqui cinco anos, caso o processo de nova licitação tenha interessados, e ainda ver a tarifa do pedágio subir para R$ 12.
O prazo final para que a MT Par, empresa do Governo do Estado, seja a nova administradora da Rota do Oeste termina no dia 10 de dezembro.
As movimentações para a transferência da concessão tiveram início quando a Rota do Oeste, sem conseguir cumprir o contrato, informou que iria devolver a concessão.
A intenção do Governo era solucionar o imbróglio da rodovia sem que houvesse a relicitação.
