sábado, 2 maio, 2026
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Alta Floresta: prefeitura se posiciona sobre curto em rede elétrica na escola infantil Laura Vicuña

Foi realizada na tarde de ontem, quarta-feira (15), na sede da prefeitura municipal de Alta Floresta, uma entrevista coletiva que tratou sobre o curto circuito registrado na escola de educação infantil Laura Vicuña, no setor B, no início desta semana.

Devido ao fato registrado, as aulas na unidade estão suspensas ao menos até quarta-feira da próxima semana.

Na ocasião, estiveram presentes, o prefeito Valdemar Gamba, a secretária de educação Lucinéia Martins de Matos, o secretário de gestão Robson Quintino, o auditor interno Hebert Villarruel da Silva e também integrantes da equipe de engenharia da prefeitura.

O prefeito Valdemar Gamba, destacou que a escola passou por uma reforma recente e que a parte elétrica interna da unidade foi totalmente renovada, seguindo o projeto de distribuição e que o problema ocorreu na rede de ligação que leva energia até o quadro de distribuição, sendo que a parte interna está totalmente dimensionada e funcional, não oferecendo riscos.

De acordo com explicações apresentadas, a unidade estaria funcionando com uma ligação provisória, assim como outras sete unidades, pois a empresa que deveria realizar o serviço, entregou o contrato e não executou o trabalho licitado, com isso, foi feita uma licitação na segunda-feira (13) e a substituição do cabo já começa a ser realizada. O trabalho será feito também nas outras escolas que encontram-se com ligação provisória e em nenhuma delas houve problema.

Segundo a secretária de educação Lucinéia Martins de Matos, quando a escola foi entregue para ser utilizada, a equipe técnica (leia-se engenheiros) esteve na escola realizando as orientações necessárias para a escola funcionar.

A engenheira civil na Prefeitura Municipal de Alta Floresta, Keytiane Morosini, destacou que não há nenhuma irregularidade na obra de reforma da escola, tudo que foi realizado de melhoria, está dentro das normas vigentes que a concessionária de energia pede.

“Quando a obra foi entregue para uso, foi orientado para os usuários da escola, que hoje a instalação que está lá, é uma instalação provisória, isso quer dizer que é uma instalação que a gente pode usar as tomadas de uso comum e as lâmpadas, circuitos mais simples que não tem uma carga tão alta. Foi orientado para que não se ligasse os ar-condicionados e os chuveiros juntos, porque ainda era uma ligação provisória, isso tudo foi orientado para não se ter uma sobrecarga na parte externa do prédio”, disse.

De acordo com o setor de engenharia, a parte externa, do quadro de distribuição até o transformador tinha que ser refeita e com isso tiveram que contratar um outro profissional para realizar este serviço, que não foi realizado antes do início das aulas, devido a aquisição dos materiais ter que ser licitada.

Conforme a secretária de educação, desde que a atual gestão assumiu a administração municipal, foi identificado que as escolas apresentavam estruturam, mas não tinham capacidade elétrica e desde então, vem sendo realizadas adequações.

“Teve o susto, com certeza. A gente tem que mediar este susto, pois estamos falando de uma escola infantil, mas em nenhum momento a prefeitura assumiu um risco que poderia colocar em risco a situação das nossas crianças. Ressalto, a coisa aconteceu da porta da escola, para fora, na ligação provisória”, pontou Robson Quintino, secretário de governo.

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