O caso foi registrado na manhã de ontem, terça-feira (14), por volta das 12h00 no momento da saída de alunos da Escola Marinês Fátima de Sá Teixeira, localizada no centro de Alta Floresta.
As imagens mostram um ônibus escolar, que apesar de oferecer transporte para rede estadual é de responsabilidade da prefeitura municipal de Alta Floresta, devido a tratativas acertadas entre as partes, parado ao lado da escola, alunos se aglomeram na porta com o objetivo de conseguir um assento e com isso seguir para o destino em segurança.
Mas, devido ao elevado número de alunos, os que ficam por último, vão se aglomerando, entrando no veículo e ficando em pé, o que contraria a legislação de trânsito, que também se aplica ao transporte escolar.
O Código de Trânsito Brasileiro é taxativo ao vedar a condução de alunos em número superior à capacidade estabelecida pelo fabricante (Lei n. 9.50/97, art. 137). Isto ocorre para a segurança dos estudantes, que ao serem transportados em pé e sem o cinto de segurança, se sujeitam a graves acidentes que podem ser fatais.

Após os alunos se “ajustarem” ao espaço no interior do veículo, o ônibus segue viagem.
Nesta quarta-feira (15), foram enviados dois ônibus escolares, mas ambos saíram novamente lotados e com alunos em pé. Relatos de pais de alunos, são de que em outras unidades o problema também é registrado.

De acordo com a assessoria de comunicação da prefeitura de Alta Floresta, na tarde desta quarta-feira (15), a secretária de educação deverá ceder entrevista coletiva para falar sobre a situação da creche Laura Vicuña, que teve um curto circuito em sua instalação elétrica e também deverá falar sobre a questão do transporte escolar.
