Na segunda-feira (22), a secretaria Municipal de Educação de Alta Floresta, suspendeu por tempo indeterminado, as aulas na Escola de Educação Infantil, Semente do Saber, por motivo de problemas na rede de instalação elétrica.
A escola funciona num prédio locado no bairro Jardim Universitário. E, conforme informações repassadas por pais de alunos, a decisão de suspender as aulas partiu da equipe de Engenharia da prefeitura de Alta Floresta, que emitiu um parecer e deu ordem à direção da Escola para desocupar de imediato o prédio.
Outra Unidade de Educação que também teve que suspender as aulas, foi a Escola Municipal Jardim das Flores. A direção da Escola, às 20h28 de segunda-feira, 22, enviou um comunicado aos pais, através de um grupo de WhatsApp, avisando que a partir de terça-feira, 23, não haveria aula devido à problemas na rede elétrica.
A vereador Ilmarli Teixeira (PT) na sessão desta terça-feira, em seu pronunciamento, abordou o problema existente nas unidades de Educação e o atribui a Energisa. Para ela, a paralisação das aulas poderá causar prejuízo no ano letivo.
“Tem toda uma responsabilidade da Energisa com relação aos projetos que se arrastam. O Calendário, o projeto pedagógico das escolas e os alunos, não podem serem penalizados”, disse.
Escola Semente do Saber, funciona num prédio locado. De acordo com a vereadora, teve que suspender as aulas e não tem condições de funcionar como escola. Assim como a Escola do bairro Jardim das Flores.
“A Escola Semente do Saber suspendeu as aulas por problemas na rede elétrica. A Escola Jardim das Flores suspendeu as aulas por problemas na rede elétrica. Na Escola Laura Vicuna, até hoje não foi concluído o trabalho na parte elétrica. Esperamos que a Energisa faça a parte que compete à ela, que é concluir os projetos da rede elétrica e entregar estas escolas para a comunidade escolar”, enfatiza.
Sobre a escola Laura Vicuna, conforme a vereadora, a Energisa, até agora, não concluiu o projeto da rede elétrica. Todavia, diz que a diretora da Unidade de Educação, Cléia Rodrigues Gottert, desde quando ocorreu o começo de incêndio, em fevereiro, está afastada de suas funções e responde a um Processo Administrativo Disciplinar.
“É inadmissível que as escolas tenham que paralisar as suas aulas em função da legítima obrigação de uma empresa. Até agora a Energisa não concluiu o trabalho da escola Laura Vicuna. Será que as diretoras das outras duas escolas que suspenderam as aulas pelo mesmo problema da Laura Vicuna, serão também afastadas de suas funções?”, questiona a parlamentar.
Até no momento do fechamento desta edição, não houve informações se as aulas na Escola Jardim das Flore serão retomadas ou se permanecem suspensas.
