Alta Floresta (MT), 19 de junho de 2018 - 19:29

Saúde

20/02/2018 05:11 Redação Notícia Exata com Assessoria

Fim do horário de verão: psicopedagoga dá dicas para ajudar na adaptação das crianças

O horário de verão chegou ao fim na virada deste sábado (17) para domingo (18) e os relógios foram atrasados em uma hora. Mas, será que o organismo dos pequeninos reage a essa mudança? A resposta é sim. Ainda que se "recupere" uma hora de sono com a mudança, ela faz diferença e exige uma dose extra de paciência de mães, pais e professores, ao menos, por alguns dias.   

Conforme explica a psicopedagoga e diretora do Educandário Jardim das Goiabeiras, em Cuiabá, Ivete Ferreira, uma criança precisa de tempo para se adaptar ao atraso de uma hora – em alguns casos, entre uma a duas semanas. 

"Qualquer mudança na rotina é fator de estresse. Tanto que, nesse período, é normal que as crianças tenham queda no rendimento escolar, sofram alteração no apetite e fiquem cansadas, irritadas ou manhosas. Com a alteração no horário, também é preciso levar em consideração o fator genético, que faz com que cada uma delas reaja de forma diferente à situação. Mas, em geral, são efeitos transitórios que devem passar em breve", pondera. 

Ivete complementa que as alterações no comportamento das crianças ocorrem porque o metabolismo, com o ajuste de horário, fica confuso. Tento em vista que a melatonina – hormônio que regula, entre outras coisas, o momento de dormir – se orienta pela escuridão. No entanto, ela alerta que com algumas dicas simples é possível amenizar eventuais problemas.   

"A medicina relata que quando temos uma rotina o organismo produz cortisol cerca de 30 minutos antes de o despertador tocar. Esse hormônio é responsável por nos deixar dispostos pela manhã. Logo, se a criança estiver acostumada a despertar às 7 horas, por exemplo, provavelmente ela irá acordar às 6 horas. Sendo assim, converse com ela e peça para que fique por mais cinco minutos na cama. No dia seguinte, aumente para 15 minutos e assim por diante", aconselha Ivete. 

Por outro lado, na hora de dormir quem manda é a melatonina – que induz a sonolência quando o relógio quase marca o momento de deitar. "Ela que proporciona uma noite tranquila e restauradora. Por isso, caso a criança tenha dificuldade de pegar no sono com a mudança de horário, tente tornar o momento mais prazeroso e tranquilo. Por exemplo, cante uma canção calma ou conte uma historinha. Se ele ficar muito cansado durante o dia, deixe tirar uma soneca breve", ressalta. 

Diminuir os estímulos também é importante. Segundo a psicopedagoga, no período noturno (ou próximo a ele), as crianças devem evitar alimentos estimulantes e exercícios intensos. "Vale apostar em refeições mais leves e, durante o dia, ir ajustando os horários. Caso a criança permaneça em período integral, converse com a escola sobre o tema. De noite, brincar com eletrônicos, como tablets, deve ser evitado, pois pode atrapalhar o sono. O ideal é desenvolver uma atividade mais relaxante, que facilite a indução ao sono", finaliza.


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