Alta Floresta (MT), 21 de setembro de 2018 - 04:06

Política

04/07/2018 05:16 Kamila Arruda - Diário de Cuiabá

Silval diz ter provas contra conselheiros do TCE

O ex-governador Silval Barbosa rebateu as críticas do conselheiro afastado Antônio Joaquim e afirmou que possui provas documentais sobre a extorsão e o pagamento de propina a ele e mais quatro membros do Tribunal de Contas do Estado (TCE). 

“Tudo que eu tenho é documentado. Tudo que eu passei para o Tribunal de Contas de propina da extorsão dos conselheiros, encabeçada pelo Novelli e o Sergio Ricardo, eu mostrei documento, e sobre a área que foi adquirida também foi toda documentada”, enfatizou Silval. 

O ex-chefe do Executivo Estadual afirma que está com a consciência tranquila, uma vez que não fez e não está fazendo falsas acusações. 

“Meu compromisso é com a verdade, aonde eu estou sendo chamado, eu estou indo depor. Eu não estou acusando falsamente ninguém, eu só estou mostrando o que aconteceu dentro do Governo e a responsabilidade de cada um, aquilo que eu errei, aquilo que outros erraram para que Mato Grosso, para que a população, possa ter conhecimento do que aconteceu de fato. Como eu me comprometi colaborar com a justiça, é isso que eu estou fazendo”, pontuou.

No final do mês passado, Antônio Joaquim classificou o ex-governador como ladrão, bandido e gangster. Ele disse estar vivendo um verdadeiro “calvário” desde setembro do ano passado, quando foi deflagrada a Operação Malebolge. 

De acordo com o conselheiro, a sua vida está tumultuada devido a delação de Silval a, a qual ele afirma que foi pautada apenas em declarações e não em provas materiais. 

Para Silval, as acusações dos conselheiros como forma de defesa, mas os aconselha a colaborar com a Justiça, assim como ele fez através da colaboração premiada. 

“É o direito jus esperniand deles dizer que é mentira, porque eles estão na posição de se defender. O que eles tinham que fazer era ao contrário, deviam colaborar também, contar o que aconteceu e pagar pelos erros que nós cometemos. Eles são integrantes de um órgão controlador, deveriam ter ética e hombridade e falar a verdade, não ficar atacando agora. Eu estou com a consciência tranquila”, acrescentou. 

Em delação premiada firmada junto a Procuradoria Geral da República, o ex-governador afirmou ter pago R$ 53 milhões em propina a cinco conselheiro do Tribunal de Contas para que eles não fizessem vistas grossas na fiscalização das obras da copa e também do Mato Grosso Integrado. Por conta disso, Antônio Joaquim e outros quatro membros da Corte de Contas foram afastados de seus cargos no final do ano passado. 

Silval esteve na Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) na tarde desta terça-feira (03) para depor em processo administrativo que apura contratos suspeitos firmados em 2011 entre a Secretaria de Estado de Transporte e Pavimentação Urbanas duas construtoras. O caso é de rodovias estaduais não pavimentadas.


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