Alta Floresta (MT), 21 de setembro de 2017 - 10:02

Geral

12/08/2017 05:31 Diário de Cuiabá

Internauta de MT é investigado por ofensas a juiz Sérgio Moro

Um internauta de Mato Grosso será investigado por crimes de calúnia e difamação contra o juiz federal de Curitiba (PR), Sérgio Moro. Os comentários foram feitos anonimamente no site G1, ofendendo Moro que é responsável pela condução da “Operação Lava Jato”. Na postagem o usuário “José Arruda” teria insinuado que o juiz federal recebeu malas de dinheiro para expedir prisão em desfavor de João Vaccari Neto, suspeito de envolvimento no esquema da Petrobras. 

O juiz federal, João Moreira Pessoa de Azambuja, remeteu no último dia 09 para a 5ª Vara Federal de Cuiabá o inquérito que visa investigar um internauta mato-grossense. O inquérito para apurar a prática criminosa por meio das mensagens ofensivas à honra do juiz Federal Sérgio Moro e de delegados da Polícia Federal que integram a Operação “Lava Jato” foi instaurado pela Polícia Federal. As mensagens teriam sido postadas pelo internauta no dia 15 de abril de 2015 na sessão de comentários na matéria “Tesoureiro do PT é preso em casa na nova etapa da Operação Lava Jato”, que falava da prisão expedida por Moro contra Vaccari. 

O internauta “José Arruda” comentou na referida matéria que Sérgio Moro teria recebido “malas de dinheiro” para expedir a ordem de prisão. Além de ofender a honra do juiz federal, a postagem também ofende a honra dos delegados. A postagem foi apagada mesmo assim gerou debate entre os leitores, que o acusaram de receber dinheiro para fazer a postagem. Outros o advertiram sobre os riscos de um processo por calúnia e difamação. 

A quebra de sigilo do comentário postado no site foi determinada pela justiça. A investigação descobriu que o telefone e o e-mail informado pelo usuário "José Arruda" pertencia a Edesio da Silva Evangelista, que residiria em Cuiabá. Identificou-se, entretanto, que o IP – que identifica o dispositivo - pertence a Pablo Vinícius de Andrade, com endereço em Campo Verde. 

Como os investigados residem em Mato Grosso, os autos ficaram a cargo da justiça deste Estado. “Desse modo, retornando este inquérito policial da Justiça Federal deverá ser imediatamente encaminhado ao juízo da 5ª Vara para a restauração da movimentação processual, a fim de se evitar nova distribuição para este juízo, o que acarretaria o recebimento de uma nova numeração, diversa da já existente”, determina o magistrado. 

Os crimes - A pena para o crime de calúnia varia de seis meses a dois anos, e multa. Já a difamação pode gerar condenação de três meses a um ano, e multa. 


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